Meu coração tá gritando o teu nome. Como que eu digo pra ele que você não vem mais?
É uma mistura de ódio com amor, de raiva com carinho, que é tão idiota de dizer que eu sinto, de tentar explicar, é uma vontade louca de te matar, te matar de amor, de tesão, de paixão, é tanta vontade que eu simplesmente deixo você ir sem saber o que falar, o que pedir, o que fazer, eu simplesmente deixo tudo acontecer, enquanto isso tu vai pra um lado e eu pro outro, e quem sabe numa dessas idas e vindas da vida, a gente não se entende <3
“E acho que eu simplesmente amo as pessoas demais, tanto que chego a me sentir mal.” Kurt Cobain.

Primeira vez.

Era mil novecentos e alguma coisa e tenho vagas lembranças de como foi, lembro que eu me sentia assustada e mal sabia o que era tudo aquilo, mal sabia o que estava passando por mim. Meu coração batia mais forte toda vez que o via, eu suava frio e ficava nervosa, nunca sabia o que falar, sentia tanta coisa ao mesmo tempo que achava que ia morrer, mas onde já se viu morrer de amor? Ele não olhava pra mim e muito menos sabia que eu existia, e mesmo assim eu achava tudo o que ele fazia um máximo, era como se fosse a perfeição, mas dai os anos foram passando e eu fui percebendo o quão boba o amor nos deixa, aprendi a entender o que eu sentia, mas nunca fui capaz de ter o dom de controlar.

Fique aqui

Oi. Bastou um simples "oi" e o sorriso mais cativante do mundo pra mim perceber que era você, era sim a pessoa que eu tanto esperava, aquela que eu via nos meus sonhos sempre, mas nunca havia encontrado o rosto pelas ruas, esse teu sorriso tão simples e sincero me fez notar que era você, e algo me diz que vai ser pra sempre você, aquele que eu esperei minha vida toda.
E eu rezo todos os dias, peço pra tudo quanto é santo, faço o diabo a quatro, só pra você me olhar. E mais uma vez você passou reto.

Uma pequena nota.

A: Oi!
B: Oi.
A: Sonhei com você essa noite.
B: É? E o que você sonhou?
A: Que você me amava.
B: Não foi sonho.
A: Não?
B: Não. Eu te amo.

Tão Simples e Sincero

Sabe aquelas noites que a gente passava juntos em frente ao mar, olhando a lua?
Hoje eu me peguei pensando nelas. Eu voltei lá, sentei no banco onde nós costumavamos sentar e fiquei parada ali durante varios minutos tentando sentir aquela sensação que eu tinha quando estava ali com você, o vento batia forte no meu rosto e eu sentia como se estivesse sendo expulsa dali, como se que se você não estiver ali sentado comigo, me dizendo todas aquelas coisas que você dizia, eu não pudesse permanecer ali, nem por um segundo sequer, aquele era o nosso banco, e não o meu, era o nosso luar preferido, e sem você ele não faz o menor sentido, eram os nossos beijos quentes, que hoje em qualquer outra pessoa, são tão frios, nossas risadas tão sinceras, que hoje fazem falta, nossos segredos, nossos medos, hoje é impossível ter algo parecido com qualquer pessoa que seja, é impossível imaginar como eu deixei tanto amor escapar, tantas histórias desmoronar.